quinta-feira, 29 de setembro de 2011

REDES SOCIAIS ARMAS DE REVOLTAS!!!

Irão, Tunísia, Egipto e Líbia são alguns dos países que facilmente associamos a Facebook e Twitter. São quatro casos mediáticos de revoluções populares, que começaram e foram dadas a conhecer ao mundo através das duas mais conhecidas redes sociais do momento. Sinais do tempo e das capacidades da internet, aumentadas pela democratização do acesso e publicação de informações em plataformas de partilha.
Virtualmente a internet sempre permitiu que algo publicado na “rede” pudesse ser de conhecimento global. Mas essa capacidade sempre ficou no plano virtual, quer pela dificuldade de acesso à internet inicialmente, depois pela especificidade de publicar informação. Os primeiros passos de uma democratização efectiva da Web surgem com os websites criados com uma estrutura dinâmica assente numa base de dados e que permitiram a criação de ferramentas como os blogs e as actuais redes sociais. A Web 2.0, termo muito discutido, permitiu a democratização não só do acesso mas também da publicação de conteúdos, se a este factor adicionarmos a portabilidade do acesso e publicação através de smartphones e PDA’s temos o ambiente ideal para o activismocívico.
Nos quatro conflitos o papel das redes sociais foi idêntico com duplas funções. Se inicialmente serviu para agitar consciências e convocar manifestações no desenvolvimento da acção as redes sociais cumpriram a função de informar tanto internamente como externamente. Quando os jornalistas são expulsos ou lhes é vedada a entrada e acesso à informação os cidadão conseguem comunicar e ser fontes de informação usando as redes sociais. Textos ao minuto, fotos e vídeos são carregados nos servidores do twitter, facebook e youtube permitindo ao mundo conhecer as várias perspectivas de uma realidade e aos jornalistas montar a história distinguindo o verdadeiro do fantasioso. As redes sociais são, nestes casos, garantes da liberdade de expressão, da liberdade de informação e mesmo da liberdade de imprensa.

A REVOLUÇÃO DOS AVATARES VERDES
A primeira revolução a ganhar mediatismo nas redes sociais, mais propriamente no twitter foi a manifestação no irão por parte dos apoiantes da oposição a Ahmadinejad. Com contornos semelhantes à revolução laranja na Ucrania em 2004/2005 a revolução verde distinguiu-se por o fechar a informação à comunicação social internacional. Esse facto deixou como única forma de informação (não oficial) os twettes colocados pelos manifestantes. Para além deste facto por todo o mundo foram milhares as pessoas que se associaram à causa tingindo a o seu avatar da cor verde.
A importância do Twitter quer na organização das manifestações quer na divulgação da informação levou a que o Twitter (os seus criadores) fosse indicado por muitos como um candidato ao prémio Nobel da Paz. Outro facto inédito, notório da importância da plataforma na revolução, foi o facto de a “Casa Branca” pedir que actualizações ao serviço fossem agendadas para horas e dias que não interferissem com as actualizações dos manifestantes.
TUNÍSIA, O GATILHO NO NORTE DE ÁFRICA
“Ciberguerreiros” foi o nome com que foram apelidados os jovens que organizaram a revolta e as manifestações na Tunísia usando as redes sociais. A 17 de Dezembro, depois de uma série de incidentes com a policia e autoridades tunisinas, que Mohamed Bouazizi se imolou pelo fogo, incendiando assim a revolução. O mote estava dado, e os outros jovens tunisinos, que tal como Mohamed Bouazizi estavam fartos do regime opressor, usaram as redes sociais para se manifestarem organizadamente.
Para os jovens tunisinos como Marouen Gara não há dúvidas que a nova arma para a mudança foi o espaço cibernético. Marouen Gara, em declarações ao VoaNews, garantiu “tratar-se de uma revolução da Internet, os bloggers evitaram os censores tunisinos e os media controlados pelo estado para protestarem sobre a ausência de democracia na Tunísia não apenas dentro do país como através do mundo.”. Esta divulgação foi assegurada por vários jovens que alimentavam as redes sociais com informações, fotos e vídeos de todas as partes do país. Àli liderava o SBZ News uma página no Facebook com actualizações via Twitter e que contava com mais de 15 activistas que recolhiam informação em várias cidades. O governo Tunisino ripostou e começou por bloquear os mais importantes sites noticiosos e páginas do facebook criadas pelos manifestantes. Àli adianta ao The Daily Beast que a actual página do SBZ News é a sexta criada. Durante a revolta foram pelo menos 5 os casos registados pelos Repórteres Sem Fronteiras de “netizens” presos. As tentativas de silenciar a população foram muitas mas sempre infrutíferas. Ao contrários dos jornalistas dos mainstream media, os “netizens” estão mais dispersos, mais difíceis de identificar e em grande número. A 14 de Janeiro Zine El Abidine Ben Ali deixou a Tunísia exilando-se na Arábia Saudita.
EGIPTO SEGUE NA ONDA
Após a queda de Ben Ali os jovens egípcios usando principalmente as redes sociais convocaram para dia 25 de Janeiro uma manifestação. Cairo, Alexandria e Suez foram os principais focos de um protesto crescente que reuniu milhares de pessoas. Cientes do papel da internet e das redes sociais as autoridades egípcias em três dias de protestos cortaram as ligações à internet e fecharam a cadeia de informação Al-Jazeera. Bastaram 48 horas para com recurso a ligações alternativas os manifestantes se voltarem a comunicar e a divulgar informação sobre o que se estava a passar no país.
Apesar do toque de recolher e do exército nas ruas os manifestantes não abandonam a praça central de Tahrir. A 11 de Fevereiro Hosni Mubarak renuncia ao cargo 30 anos depois de ter chegado ao poder.

NOVIDADES NAS REDES SOCIAIS>!!>!!

 Quem usa várias das ferramentas (Twitter, Facebook, Google Plus, StumbleUpon, etc), deve estar percebendo uma mudança na organização das redes sociais depois da entrada do Google Plus, já era de se esperar, uma vez que a ferramenta do Google tem elementos similares a de seus concorrentes, então  os concorrentes também estão agora anunciando novas ferramentas, novas opções.
A competição por disponibilizar as melhores opções de interatividade para os usuários parece ser chave mas ao mesmo tempo tem aquele velho sentimento de que é um projeto totalmente inacabado, uma experiência. As redes sociais estão em um emaranhado de copia de idéias e novas alternativas para velhos problemas, mas no final, cabe ao usuário usufruir destas estruturas da melhor forma possível.
O problema é querer as vezes acompanhar todas as novidades de forma consistente para poder utilizar as redes sociais de forma mais eficiente em se tratando de um usuário comum, aquela pessoa que acessa a Internet por 2 horas diárias, sabe? Este está cada vez mais alienado frente a tantas mudanças e isso pode ser preocupante para as redes no momento em que elas precisam dos usuários ativos para se justificarem.
Com o Twitter foi fácil, a regra é reta e direta, toscamente simples.
140 caracteres, você segue quem voce quiser, e quem quiser te seguir te segue.
Mas agora, até mesmo o Twitter pode se tornar complexo, com as hashtags, as opções de interatividade com vídeo, imagens, sorteios, indicações, propagandas, verificações, fakes e tudo mais.
Agora as novas redes e as redes que ainda estão de pé estão em busca de alternativas para cativar os usuários com aplicativos, opções, e no final, esta avalanche de opções e sugestões podem parecer assustadoras para os usuários comuns.
As redes sociais são uma forma importante de comunicação, e apesar das novidades serem super interessantes, a cautela em espalhar as informações necessárias também deve ser redobrada. As redes não podem deixar seus usuários mais novos pra trás.
Pelo menos não podemos reclamar, pois opções é o que não faltam! Uma vitória de criatividade, sem dúvida. Tomara que, com tudo isso, o usuário comum possa participar mais e se integrar mais com outras pessoas e outras idéias.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

COISAS QUE NÃO E LEGAL NO FACEBOOK!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Sim, nós usamos e adoramos. Mas não dá para negar que algumas coisas do Facebook são de fazer a gente querer jogar o computador longe (de vez em quando, pelo menos). Reunimos de algumas delas, entre aplicativos e comportamentos de usuários,. A seguir, as coisas mais irritantes da maior rede social do mundo.
. Gente que marca os outros em flyer de festa
O usuário recebe e-mail dizendo que alguém deixou comentário numa foto dele. Corre para ver do que se trata e… descobre que, na verdade, algum chato o marcou num flyer de festa ou evento, e não numa foto em que ele REALMENTE apareça. Ah, sim: cada vez que alguém comenta na foto, você recebe um aviso. Falamos sobre isso no item abaixo.
■ Como evitar: Vá em configurações de privacidade, selecione a opção de personalizar a ferramenta e liste ali os amigos que estão proibidos de marcar você em fotos.
. E-mails, e-mails e e-mails
Algumas pessoas preferem nem comentar foto de amigo porque, convenhamos: quem quer ficar recebendo aviso de que tal usuário TAMBÉM escreveu algo na mesma imagem? Esse é só um exemplo: tem alerta demais, o tempo todo, no Facebook.
 Como evitar: Dá para desmarcar as notificações por e-mail em configurações de conta > notificações.
. Oi, quer teclar?
Você mal acabou de fazer login e aparece alguém puxando conversa no chat do FB. OK, às vezes é aquela figura superlegal. Mas nem sempre a gente quer papo, né?
 Como evitar: Basta selecionar a opção desconectado, que fica no topo da lista de amigos on-line, localizada no canto inferior direito da tela. Também é possível criar uma lista apenas com pessoas que deseja conversar. Faça isso clicando pelo caminho lista de amigos > criar nova lista e selecione só os camaradas. Ainda há um botão que decide se você aparecerá on-line para eles ou não.
  Sugestões de amizades
Alguns usuários perdem a mão (ou a noção) com essa ferramenta e acham que vieram à Terra com a missão de disseminar a amizade entre as pessoas. Resultado: sugerem que você adicione amigos que muitas vezes nem conhece.
■ Como evitar: Não rola de bloquear SÓ a sugestão de amigos. Mas sempre existe a opção de deletar a pessoa mala da sua lista…
. Apps enfiados goela abaixo
Para os curiosos, essa é terrível: alguém responde uma pergunta sobre você. Ainda que provavelmente a resposta seja uma bobagem, dá vontade de saber o que é. Mas, para conseguir ver, é preciso a ativação do tal aplicativo na sua conta.
■ Como evitar: Fazendo terapia para ser menos curioso. Ou desmarcando a opção outros aplicativos no diretório configurações de conta > notificações. Se os convites.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

REDES SOCIAIS E SEU TEMPO

  Quando pequenas empresas começam a se colocar de forma estratégica nas mídias sociais, os empresários e gestores estão a bordo do projeto até se darem conta de quanto tempo isso pode tomar. Se essas pessoas pudessem gastar cinco minutos todas as manhãs, antes de fazer qualquer outra coisa, nas redes sociais, se dariam bem com isso. Mas ficar nessas redes por tempo regular é difícil para eles.

Veja a seguir sete dicas que podem ajudar você a criar uma forte presença nas redes sociais:

- Crie tempo.
Se você realmente acredita que as redes sociais podem ser meios importantes de comunicação para os seus negócios, você precisa fazer o tempo. Seja para comunicação, comercialização ou qualquer outra tarefa, você precisa fazer uma espécie de orçamento do seu tempo. Verifique se há algo que pode ser eliminado da agenda, com o objetivo de liberar tempo.

- Avalie como seu tempo está sendo usado.
Descubra como seu tempo está sendo usado. Você tem tempo para falar ao telefone? Para atender os seus clientes? Tem tempo para realizar reuniões? Não basta pensar no marketing social como meio. É preciso vê-lo como um canal muito eficaz para envolver os seus clientes.

- Entenda que isso pode te poupar tempo (e dinheiro).
Se usado da forma correta, o tempo que você gasta nas mídias sociais pode economizar tempo e dinheiro. Proporcionando atendimento online para os seus clientes, você pode diminuir o número de chamadas para o escritório, que leva mais tempo. O fornecimento de conteúdo online como grande parte de uma campanha de marketing leva menos tempo do que o que você gasta com outras tentativas.

- Seja multitarefa.
Por natureza, a maior parte do conteúdo das mídias sociais se faz ao longo do tempo, e não no instante em que você se senta na frente do computador. Você provavelmente tem várias outras tarefas como essa. O que você precisa é encontrar uma maneira de realizar várias tarefas ao mesmo tempo.

- Compartilhe as tarefas.
Em muitos casos os seus funcionários podem ajudá-lo com as tarefas que envolvem as mídias sociais. Liste um ou dois empregados que gostam de se envolver com as redes sociais e divida o trabalho com eles.

- Não pense nisso como um trabalho.
Como operador de uma pequena empresa, você deve gostar do que faz, considerando isso mais que um simples trabalho. Concentre-se nos aspectos sociais desses meios de comunicação e tente se divertir.

- Faça escolhas.
Não tente fazer tudo nas mídias sociais. Faça uma pesquisa, descubra onde os seus clientes estão no mundo online e quais plataformas podem funcionar melhor para você. Comece com apenas uma e veja a evolução para, aos poucos, acrescentar outras plataformas.
Fonte: Universia.

Colocar fotos de baladas nas redes sociais pode me prejudicar nos processos seletivos?


O uso massivo da internet gera, por parte dos usuários, a identificação com as redes e a sensação é de estar se relacionando com amigos, parentes e colegas de uma forma mais próxima e rápida. Uma forma de compartilhar os momentos nessas redes é a criação de álbum de fotos. Neles, pessoas divulgam viagens, festas, encontros e conseguem resumir o que se passou no final de semana ou nas férias, através de imagens. Muitas vezes, deixamos de lado o cuidado com o que divulgamos e aí mora o perigo de “falarmos demais”, mesmo sem o uso de palavras. Não tem problema algum freqüentarmos festas, voltarmos para casa de madrugada e passarmos o final de semana com um grupo de amigos. Volto a dizer: jovens, adultos, todos podem e devem usufruir de momentos assim, mas o compartilhamento de informações deve ser cuidadoso.
Pare e pense nas suas redes sociais. Quem são seus amigos? Quem faz parte da sua rede de contatos? Todas essas pessoas podem ver a sua intimidade? Estamos falando de um ambiente sem fronteiras, onde os limites são impostos por nós mesmos. No Orkut ou no Facebook, por exemplo, podemos configurar as atualizações da maneira que achamos melhor e tornar um álbum acessível somente a quem julgamos pertinente. Sim, é prejudicial à imagem fotos de baladas que fogem um pouco das regras de comportamento. Um dia, todo mundo já passou do seu limite e bebeu além do necessário. No entanto, retratar isso e expor em uma rede na qual todos podem ver, comentar e também compartilhar, é arriscado. E convenhamos, é natural que os profissionais que estão em busca de candidatos e se deparam com arquivos assim, se questionem. Não em relação aos nossos atos ou à maneira como achamos ideal nos divertirmos, mas em relação ao senso que não estamos tendo ao compartilharmos momentos, digamos assim, delicados.
O problema não é só o headhunter ou o selecionador ver as suas fotos, já que muitas empresas não utilizam as redes sociais como Facebook e Orkut como ferramentas institucionais de seleção e sim, atração. No entanto, a sua rede de contatos nesses canais pode te favorecer na indicação que um amigo ou colega farão do seu currículo. Você indicaria alguém que se posiciona de maneira inadequada ou que se expõe demais? Você assinaria embaixo da contratação daquele seu amigo na empresa que você trabalha que só posta fotos dele na balada?
A dica é: não expor fotos “queima filme” e, se você quer muito fazer isso, crie álbuns personalizados com acesso restrito. Evite que um headhunter encontre foto sua por aí, trocando os pés pelas mãos. O julgamento é inevitável e o velho ditado é válido: a primeira impressão é a que fica.

Universidades aproveitam redes sociais para aproximar estudantes

 Marcar  presença nas redes socias ja não e preocupação apenas de empresas  e pessoas físicas. O setor de ensino superior disputa a atenção do público por meio de perfis no Twitter, Facebook, canais no YouTube e comunidades no Orkut. Como mídias, estas plataformas servem para propósitos distintos que variam da divulgação de informações oficiais até o relacionamento com a comunidade acadêmica.

Foco nos calouros
 Em tempos de vestibular e matrícula, os novos estudantes se tornam os followers mais desejados por microblogs como o da Faculdade Senac de Goiás, que usa seu Twitter principalmente para divulgar inscrições para o processo seletivo, aulas demonstrativas, gabaritos e listas de resultados.
Redes sociais facilitam integração entre estudantes e instituições de ensino. Foto: Reprodução
Redes sociais facilitam integração entre estudantes e instituições de ensino.


As estrangeiras focam no Facebook    A Universidade de Stanford tem uma das fanpages mais interessantes no Facebook, com uma aba "What¿s your Story?", com relatos de estudantes sobre escolha da profissão e peculiaridades de sua rotina acadêmica. Além disso, posta vídeos com depoimentos de professores a partir de questões levantadas pelo público na própria rede social.
A fanpage da Universidade Cristã do Texas usa seu mural para integrar novos estudantes, que procuram espontaneamente a página para dizer que foram aceitos. Imediatamente, recebem os parabéns em público da universidade e de outros colegas.
Aqui no Brasil, a USP alimenta sua fanpage com notícias veiculadas pela agência da universidade. A Universidade do Vale do Itajaí, de Santa Catarina, agregou vídeos às notícias. Como o desafio é participar das redes sociais, os vídeos sobre a instituição também estão no YouTube.

REDES SOCIAIS PARA NOIVAS!!!

Noivas. Boa parte delas está a beira de um ataque de nervos com tantos detalhes para serem acertados como por exemplo  qual o melhor modelo de vestido para quem vai casar de dia ou à noite, no campo ou na igreja. Como deve ser o bouquet da noiva, se com lírios ou flores copos de leite. E a decoração da festa deve ser feita em qual tom? É preciso mesmo que tudo esteja de acordo com o vestido?
Estes pequenos detalhes que fazem toda a diferença em uma festa, mas que levam qualquer noiva a momentos estressantes podem ser compartilhados com pessoas que passam pela mesma situação e que por isso têm bons conselhos para dar. Que bom que para dividir experiências, opiniões e gostos já existem as redes sociais para noivas, que está fazendo o maior sucesso entre as futuras esposas do Brasil.


O site Caseme http://www.caseme.com.br/ mesmo é uma destas redes que já faz o maior sucesso entre as noivinhas. Isso porque ele promete integrar todas as informações possíveis que vão facilitar a vida de quem pretende se casar, porém, não tem condições nenhuma de se desgastar com os detalhes do cerimonial.
É neste parte que a rede entra, ajustando tudo o que você precisa desde a dica de qual modelo de vestido cai bem com você até os tipos de bebidas e docinhos que devem ser servidos. Isso é tudo que toda noiva deseja não é mesmo? E assim vai sobrar mais tempo para você planejar a lua de mel. .


CUIDADOS COM AS REDES SOCIAIS

Você deve saber que nas redes sociais tem que existir um certo cuidado dos usuários ao usá-las, pois nem sempre a pessoa que está no outro lado do monitor é aquela pessoa adorável, simpática, carinhosa, conselheira que você sempre conversa, então é bom tomar muito cuidado com essas redes sociais!
Aqui está uma lista de do que pode e não pode fazer na hora de compartilhar informações pessoais em sites de mídia social ou serviços.
redes sociais virtuais Cuidados com redes sociais
. Não tirar proveito das configurações de privacidade – e incentive seus amigos a fazerem o mesmo.
Um amigo meu teve problemas com um parente que estava acompanhando os seus comentários (e os comentários do próprio) em páginas de outros amigos, tudo porque seus amigos – não ele – teve seus locais abertos a todos.
. Não anunciar seus planos de férias.
“Fotos das férias são uma ótima maneira de compartilhar de seu divertimento da família com os amigos, mas dizendo a cada um de seus amigos do Facebook que você estará em viagem por uma semana só estará convidando os problemas para sua vida real. Espere até que você volte pra casa para compartilhar informações sobre suas férias nas redes sociais “, disse Sarah Carter, de Actiance, um Belmont, a partir das comunicações de segurança do provedor Califórnia.
Faça: Não se limite a este conselho para férias. Pratique-a a qualquer momento que você pretende ficar fora da casa.
. Aceitar pedidos de amizade com cautela.
Somente aceitar pedidos de amizade de pessoas que você conhece. Se você não tiver certeza, envie uma mensagem para perguntar como você sabe que o outro ou vê-los no Google ou Snopes.com para certificar-se de que o pedido não é uma fraude.
. Não inclua muita informação de identificação.
Todo mundo adora receber cumprimentos de aniversário, então vá em frente e compartilhe a data. Mas, adicionando o ano em que nasceu -, juntamente com seu endereço residencial completo, números de telefone e outras informações pessoais – dá aos criminosos detalhes suficientes sobre você roubar sua identidade .
. Faça perguntas antes de clicar em um link.
Um monte de malware mostra-se através de ligações por amostragem ou através de atualizações de status em sites de mídia social. Se você não tem certeza sobre o link, especialmente se for um URL encurtada, pergunte ao remetente se ele é legítimo. 
. Automaticamente não confie em todos.
Quando procura de vítimas, os criminosos aproveitam-se frequentemente os níveis de confiança nos meios de comunicação social. Eles postam golpes – um popular é pedir às pessoas para enviar dinheiro. Eles também se disfarçam de amigos em potencial – “você não me conhece, mas nós seguimos a mesma estrela de cinema famosa e têm muito em comum!” – Entre outros atos desonestos.